by Ars Technica

 

Atualizado - 27/10/2003

TECHNIQUE DEVELOPMENT

Assisted Hatching Procedure (AHA) was first introduced in Brazil in the late eighties. The observation that the pre-embryos developed after PZD (partial dissection of zona pellucida) possessed something that enhanced their implantation chances, compared to conventional insemination, led to the idea of creating an artificial hole in the zona pellucida prior to implantation.

In 1989, the first AHA attempt was made by Reproductive Biology Associates of Atlanta, GA. Using PZD technique, the testing pre-embryos zona was pierced and torn to create a small hole. Initial results were promising, with a moderate augmentation in inplantation rates of pre-embryos with mechanical hatching, however, subsequent other attempts failed to demonstate a statistically significant difference between test and control groups. Other analyses showed that the significate of creating small openings in the zona of rats was a frequent abnormal result provoked by the hatching. The hole a blocking in the rat zona pellucida thet prevented the zona to get thinner, as is normal for expanded blastocysts; and in that way blastocysts remained confined inside the zona. At that point it became clear that a bigger opening could facilitate “in vivo” hatching and, as a consequence, implantation. For this opening to be wider, another tool was tested, the Tyrode’s acid (TA). This medium had cbeen previously tested in in a technique called “zona drilling”, by which the oocyte zona is dissolved, creating openings before insemination, in order to help in the process of assisted fertilization. However, Tyrode’s acid proved to be moderately toxic for the zona of non fertilized human oocytes. These effects were dimentioned to produce the minimum damage possible in pre-embryo cleavage.

Juntamente com as técnicas de PZD e AT, outros métodos para facilitar o processo do hatching, tem sido investigados. Isto inclui técnicas invasivas (criando uma abertura na zona) assim como não invasivas (afinando e amolecendo a zona) . As técnicas invasivas incluem um rasgo mecânico como o PZD, digestão química da zona com AT e um furo por aquecimento utilizando o laser. Como já mencionado, as técnicas de PZD tem sido abandonadas por estarem associadas ao bloqueio do desenvolvimento dos pré-embriões. A digestão com ácido é provavelmente a mais estável e usável procedimento. Com a introdução das técnicas com laser, é claramente possível criar uma abertura na zona com tamanho uniforme; entretanto, a eficácia clínica, preocupações com a segurança dos embriões e os custos elevados do equipamento, ainda estão sendo discutidos.

As técnicas não invasivas envolvem o afinamento e/ou amolecimento da zona pelo cultivo do pré-embrião por um tempo curto na presença de uma solução acidificada leve ou Protease. Entretanto, estas técnicas estão prontas para serem provadas efetivamente em pré-embriões humanos.

O AHA pode ser realizado nos pré-embriões em qualquer estágio de clivagem, de duas células até blastocisto. O melhor estágio celular de desenvolvimento ainda não foi determinado. A maioria dos grupos realizam o procedimento no dia da transferência intra-uterina a 65-72 horas após a inseminação.

O meio com o ácido de Tyrode's teve um grande sucesso com o AHA em pré-embriões humanos em 1991 na Universidade de Cornell. Análises retrospectivas revelaram que algumas pacientes foram altamente beneficiadas por terem seus pré-embriões manipulados do que as que não tiveram. Foi eventualmente determinado, que pré-embriões com a zona pelúcida espessa (>15 mm) , pré-embriões de mulheres com níveis de FSH elevado, e pré-embriões de mulheres com > de 38 anos, foram os mais beneficiados com a técnica de AHA. Quando o AHA não seletivo é feito, todos os pré-embriões designados para transferência são manipulados. Protocolos seletivos de hatching requerem um certo critério para avaliar antes de determinar se o pré-embrião é candidato ou não para o procedimento. Isto inclui: idade da mulher; FSH basal da mulher; número de tentativas feitas sem implantação; grau de fragmentação do pré-embrião; taxa de crescimento do pré-embrião; espessura da zona pelúcida; uniformidade da zona e cor da zona. Outros critérios variam nos diferentes centros de FIV.

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