Assisted
Hatching Procedure (AHA) was first introduced in Brazil in the late
eighties. The observation that the pre-embryos developed after PZD
(partial dissection of zona pellucida) possessed something that
enhanced their implantation chances, compared to conventional insemination,
led to the idea of creating an artificial hole in the zona pellucida
prior to implantation.
In
1989, the first AHA attempt was made by Reproductive Biology Associates
of Atlanta, GA. Using PZD technique, the testing pre-embryos zona
was pierced and torn to create a small hole. Initial results were
promising, with a moderate augmentation in inplantation rates of
pre-embryos with mechanical hatching, however, subsequent other
attempts failed to demonstate a statistically significant difference
between test and control groups. Other analyses showed that the
significate of creating small openings in the zona of rats was a
frequent abnormal result provoked by the hatching. The hole a blocking
in the rat zona pellucida thet prevented the zona to get thinner,
as is normal for expanded blastocysts; and in that way blastocysts
remained confined inside the zona. At that point it became clear
that a bigger opening could facilitate “in vivo” hatching
and, as a consequence, implantation. For this opening to be wider,
another tool was tested, the Tyrode’s acid (TA). This medium
had cbeen previously tested in in a technique called “zona
drilling”, by which the oocyte zona is dissolved, creating
openings before insemination, in order to help in the process of
assisted fertilization. However, Tyrode’s acid proved to be
moderately toxic for the zona of non fertilized human oocytes. These
effects were dimentioned to produce the minimum damage possible
in pre-embryo cleavage.
Juntamente
com as técnicas de PZD e AT, outros métodos para facilitar o processo
do hatching, tem sido investigados. Isto inclui técnicas invasivas
(criando uma abertura na zona) assim como não invasivas (afinando
e amolecendo a zona) . As técnicas invasivas incluem um rasgo mecânico
como o PZD, digestão química da zona com AT e um furo por aquecimento
utilizando o laser. Como já mencionado, as técnicas de PZD tem sido
abandonadas por estarem associadas ao bloqueio do desenvolvimento
dos pré-embriões. A digestão com ácido é provavelmente a mais estável
e usável procedimento. Com a introdução das técnicas com laser,
é claramente possível criar uma abertura na zona com tamanho uniforme;
entretanto, a eficácia clínica, preocupações com a segurança dos
embriões e os custos elevados do equipamento, ainda estão sendo
discutidos.
As
técnicas não invasivas envolvem o afinamento e/ou amolecimento da
zona pelo cultivo do pré-embrião por um tempo curto na presença
de uma solução acidificada leve ou Protease. Entretanto, estas técnicas
estão prontas para serem provadas efetivamente em pré-embriões humanos.
O
AHA pode ser realizado nos pré-embriões em qualquer estágio de clivagem,
de duas células até blastocisto. O melhor estágio celular de desenvolvimento
ainda não foi determinado. A maioria dos grupos realizam o procedimento
no dia da transferência intra-uterina a 65-72 horas após a inseminação.
O
meio com o ácido de Tyrode's teve um grande sucesso com o AHA em
pré-embriões humanos em 1991 na Universidade de Cornell. Análises
retrospectivas revelaram que algumas pacientes foram altamente beneficiadas
por terem seus pré-embriões manipulados do que as que não tiveram.
Foi eventualmente determinado, que pré-embriões com a zona pelúcida
espessa (>15 mm) , pré-embriões de mulheres com níveis de FSH elevado,
e pré-embriões de mulheres com > de 38 anos, foram os mais beneficiados
com a técnica de AHA. Quando o AHA não seletivo é feito, todos os
pré-embriões designados para transferência são manipulados. Protocolos
seletivos de hatching requerem um certo critério para avaliar antes
de determinar se o pré-embrião é candidato ou não para o procedimento.
Isto inclui: idade da mulher; FSH basal da mulher; número de tentativas
feitas sem implantação; grau de fragmentação do pré-embrião; taxa
de crescimento do pré-embrião; espessura da zona pelúcida; uniformidade
da zona e cor da zona. Outros critérios variam nos diferentes centros
de FIV.